quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Informativo



Queridos irmãozinhos e irmãzinhas em Jesus e Maria,

Pax Christi!

Somente para dizer que, por motivo de doença na família, não me é possível estar por aqui com a mesma freqüência de antes, mas que quando entro sinto o seu carinho neste pequenino espaço dedicado ao nosso Deus Amor, à Mãezinha do Céu e à Igreja Amada. Aos irmãozinhos que não sabiam, informo-lhes agora, e aos que sabiam o meu muito obrigada por todos os emails tão carinhosos, generosos e cheios de solidariedade, que demonstraram a sua terna e bondosa disponibilidade ao próximo. Irei voltando aos poucos e na medida do possível irei retribuindo as carinhosas visitas. Deus Amor lhes pague muito e a Mãezinha do Céu lhes cubra com Seu Santo Manto de Amor! Um grande e carinhoso abraço fraterno in Domino et Maria semper!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Santo Antão, o Grande



Festa celebrada em 17 de janeiro

Santo Antão, também conhecido como Santo Antônio Abade, Santo Antão do Deserto, Santo Antão, o Grande ou Santo Antônio, o Grande, é considerado um dos fundadores da vida monástica, um dos “Pais do Monaquismo” e é um modelo de espiritualidade ascética. É chamado “o Grande” pela imensa influência de sua ascética, por sua extremosa caridade em atender todo o próximo e por sua fortaleza frente às tentações. Mas o nome que mais o distingue é o de Abade porque Abade significa pai, e pai terno ele o foi para todos os seus seguidores no caminho ascético. É ainda importante citar que Antão foi um caso exemplar de pregar a Palavra de Deus e esta se tornar como que dirigida expressamente a cada um dos ouvintes.

Nasceu em Fayum, perto de Heracleópolis Magna cerca do ano 251. Tinha por volta de 20 anos quando seus pais faleceram e ele herdou os bens da família. Depois da morte de seus pais ficou só com sua única irmã, muito mais jovem, de quem tomou conta, assumindo o governo da casa e a sua educação.

Menos de seis meses depois da morte de seus pais, ia, como de costume, a caminho da Igreja, meditando e refletindo como os Apóstolos deixaram tudo, e seguiram o Salvador (Mt 4,20;19,27); como, segundo se refere no livro dos Atos (4,35-37), os fiéis vendiam o que tinham e o punham aos pés dos Apóstolos para distribuição entre os necessitados, e quão grande é a esperança prometida nos céus para os que assim fazem (Ef 1,18; Col 1,5). Pensando nestas coisas, entrou na Igreja. Aconteceu que nesse momento o Evangelho estava sendo lido e ele ouviu a passagem em que o Senhor disse ao jovem rico: “Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá tudo aos pobres, depois vem, segue-Me e terás um tesouro no céu ” (Mt 19,21). Estas palavras atingem em cheio o coração do jovem. Como se Deus lhe tivesse proposto a lembrança dos Santos, e como se a leitura houvesse sido dirigida especialmente a ele, Antão saiu imediatamente da Igreja e deu a propriedade que tinha de seus antepassados: trezentas “aruras”, terra muito fértil e formosa. Não quis que nem ele nem sua irmã tivessem algo que ver com ela. Vendeu tudo o mais que possuía e entregou aos pobres a considerável soma recebida, deixando só um pouco para sua irmã. De novo, porém, entrando na Igreja, ouviu outra Palavra do Senhor no Evangelho: “Não se preocupem com o amanhã” (Mt 6,34). Não suportou mais esperar e foi distribuir aos pobres também o pouco que guardara. Colocou sua irmã em um Convento conhecido e confiável, entregando-a às Monjas para que a educassem.



Inicia, a partir daí, uma vida de eremita. Primeiro se tranca em um castelo abandonado, não mantendo qualquer contato com o mundo. Ali, estavam só ele e Deus.Todavia, não é somente a Deus que ele encontra, mas também consigo mesmo. É então que sente o tumulto do seu interior e é confrontado com sua própria sombra e com o mal. As pessoas que passam diante do castelo ouvem lutas barulhentas. Trata-se de uma luta contra o mal que, antevendo a Glória futura deste grande santo, lança-se sobre ele com força. Ele resiste heroicamente, sempre apoiado em sua fé humilde e cegamente confiante. Quando as pessoas, preocupadas, arrombam o castelo, vem-lhes ao seu encontro um novo homem "iniciado em profundo mistério e apaixonado por Deus". É assim que ele é caracterizado por Santo Atanásio, que escreveu sua biografia, contando os detalhes de suas provações, sofrimentos e milagres: "Límpida era a constituição de sua alma. Ele nem se tornou carrancudo por meio do mau humor nem dava vazão à sua alegria, como também não precisou lutar com o riso e a timidez. Ao ver a multidão, não ficava perturbado e, quando tantas pessoas o saudavam, ele não se alegrava, mas ficava perfeitamente igual em si mesmo, como alguém que a razão governa e que se encontra em seu estado natural. O Senhor curou, por meio dele, muitos daqueles que estavam presentes ali e sofriam no corpo, e purificou outros tantos dos demônios. O Senhor dava a Antão uma graça através de suas palavras, de maneira que consolava muitos aflitos e reconciliava entre si muitos que estavam em conflito."

A partir daí, Antão retira-se mais profundamente para o deserto, indo para uma montanha em Pispir e ficando lá em uma vida solitária por 20 anos. Amante da solidão, ali ele vivia fazendo longos jejuns, recolhidas orações e tecendo esteiras para não cair na ociosidade. Assim se defendia dos ataques do mal na imensa reclusão em que vivia. É este o ambíguo valor do deserto, lugar propício para o encontro com Deus, o vencimento das tentações e a consequente purificação do espírito. Antão é, assim, um magnífico exemplo para vencimento das tentações.



Pessoas que o admiravam e apoiavam, atiravam comida sobre a parede do forte, mantendo-o vivo, mas nunca viam sua face. O seu exemplo faz escola e, por volta do ano 300, é possível encontrar eremitas em todos os lugares no deserto, a maioria deles discípulos de Antão. Como a fama de sua santidade corria de boca em boca, muito rapidamente encontrou imitadores que queriam viver de perto aquela regra de vida e que foram construindo nas proximidades comunidades em cavernas ou cabanas. Eles pediam a Antão que saísse de sua reclusão para dirigir as suas preces e dar-lhes os seus conselhos e lições. Se reuniam, então, para celebrar juntos os Ofícios Divinos e, deste modo, combinavam o silêncio e a solidão com a vida comum. Antão fica com seus discípulos eremitas por 5 anos, regulamentando o trabalho comunitário, as orações e as penitências. Uma regra monástica datada daquela era é creditada como tendo os seus ideais, suas idéias e suas crenças. Escreveu várias cartas e sermões para jovens eremitas. Depois foi para um deserto entre o Nilo e o Mar Vermelho. Um Mosteiro, chamado Diem Mar Antonios, foi erigido neste local. Só saiu daí para ir a Alexandria confortar os mártires das perseguições que estavam ocorrendo na época, para ajudar a seu amigo Santo Atanásio na luta contra a heresia ariana e quando foi visitar seu outro amigo, São Paulo de Tebas, chamado “o Ermitão”, que recebia meio pão por dia trazido por corvos para sua alimentação. Diz a tradição que quando Antão foi visitá-lo, os corvos trouxeram um pão inteiro.



São atribuídos a ele muitos e inúmeros milagres, os quais refutava sempre. Ficou conhecido como um homem muito santo, extremamente bondoso, generoso, corajoso, compreensivo, sábio, com bom senso, leal e sem nenhum excesso e ostentação. O Imperador Constantino, o Grande (323-337), era um dos milhares que o procuravam para ensinamentos e inspirações. É o Santo Taumaturgo que não somente é invocado em favor dos homens mas também dos animais que, ainda hoje, são abençoados no dia de Santo Antão em muitos lugares.

Carregado de méritos, muito famoso por seus inúmeros milagres e acompanhado do carinho e do amor das multidões, o Santo Abade subiu ao Céu em 17 de janeiro de 356, com 105 anos e foi enterrado em uma cova não marcada conforme seu pedido, mas em 561 suas relíquias foram descobertas e foi trasladado para Alexandria, Constantinopla. As relíquias de Santo Antão foram salvas dos Sarracenos em Constantinopla (agora Istambul, Turquia) em 635 e sua Festa é celebrada, no Oriente e Ocidente, no dia 17 de janeiro.

“Não negligenciemos chamar a Deus dia e noite. Fazei violência à Ternura de Deus”.

Santo Antão

Fonte: Variadas páginas da web

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A Vontade de Deus é que sejamos santos!



Sentimo-nos tocados, com um forte estremecimento no coração, quando escutamos atentamente o grito de São Paulo: Esta é a Vontade de Deus, a vossa santificação. É o que hoje, uma vez mais, proponho a mim mesmo, recordando-o também a quantos me ouvem e à humanidade inteira: esta é a Vontade de Deus, que sejamos santos.

Para pacificar as almas com paz autêntica, para transformar a terra, para procurar Deus Nosso Senhor no mundo e através das coisas do mundo, é indispensável a santidade pessoal. Em minhas conversas com pessoas de tantos países e dos mais diversos ambientes sociais, perguntam-me com freqüência: E que diz aos casados? E a nós, que trabalhamos no campo? E às viúvas? E aos jovens?

Respondo sistematicamente que tenho uma só panela. E costumo frisar que Jesus Cristo pregou a Boa Nova a todos, sem distinção alguma. Uma só panela e um só alimento: Meu alimento é fazer a Vontade D’Aquele que me enviou e consumar a sua obra, isto é, ser um santo no mundo. O Senhor chama cada um à santidade: a jovens e velhos, a solteiros e casados, a sãos e enfermos, a cultos e ignorantes; trabalhem onde trabalharem, estejam onde estiverem. Só há um modo de crescer na familiaridade e na confiança com Deus: ganhar intimidade com Ele na oração, falar com Ele, manifestar-Lhe - de coração a coração - o nosso afeto, e buscar sempre e fielmente a santidade pessoal na vida diária.

São José Maria Escrivá
Em “Amigos de Deus”

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

A lâmpada do teu corpo



«A lâmpada do teu corpo são os teus olhos. Se os teus olhos estiverem sãos, todo o teu corpo estará iluminado» Lc 11,34.

Quantos próximos encontramos ao longo do dia, desde a manhã até à noite! Em todos eles devemos ver Jesus. Se o nosso olhar for simples será como o olhar de Deus. E Deus é Amor e o amor quer unir, conquistando sempre.

A alma é amor porque é imagem de Deus, e o amor de Deus Se doa. O amor nas almas voltado para si mesmo é como uma chama que, se não for alimentada, se apaga. Olhemos, então, para fora de nós; não olhemos para nós, nem para as coisas, nem para as criaturas. Olhemos para Deus que está fora de nós, dentro dos irmãos, para nos unirmos a Ele. Deus está no fundo de cada pessoa que ama e, se não amar, é um tabernáculo de Deus vazio.

Olhemos, portanto, para cada irmão amando e amar é dar-se. E em quem recebe o nosso amor pode nascer o desejo de também dar amor aos outros e a nós mesmos e, desta forma, seremos também amados. Deste modo, o amor é amar e ser amado, como na Santíssima Trindade. Deus em nós arrebatará os corações através do amor, acendendo neles a Santíssima Trindade que já repousa ali pela Graça, mas que está apagada.

Não se consegue acender a luz num ambiente, mesmo que lá exista corrente elétrica, enquanto não se puserem os dois polos em contato. Também a vida de Deus em nós é assim. Deve ser posta para circular a fim de poder ser irradiada para fora e testemunhar Cristo, o Único que liga o Céu a Terra, irmão a irmão. Olhemos, portanto, para cada irmão dando-nos para nos darmos a Jesus. E Jesus há de dar-Se a nós. É a Lei do Amor: «Dai e vos será dado» (Lc 6, 38). Temos que nos dar aos irmãos por amor a Jesus, tornarmo-nos "alimento" deles, como uma outra Eucaristia. Pormo-nos totalmente a serviço deles, que é estar a serviço de Deus. E os irmãos nos retribuirão esse amor. E no amor fraterno está o cumprimento de todos os Desejos de Deus, que estão no mandamento: «Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros» (Jo 13, 34).

O amor é um Fogo Divino que une os corações em fusão perfeita. Então, encontraremos em nós já não nós próprios, já não os irmãos. Encontraremos o Amor, que é Deus Vivo em nós. E o Amor em nós leva-nos a amar os outros irmãos porque, estando os olhos sãos, todos se reencontram neles e no amor todos serão uma só coisa. E a Glória de Deus crescerá. Que para esse contínuo crescimento da Sua Glória, sejamos, então, na terra, um perfeito amor para todos os irmãos!

Chiara Lubich,
La dottrina spirituale, Roma 2006.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O Papa bom disse



"Cada fiel neste mundo tem de ser uma centelha de luz, um centro de amor, um fermento vivificador na massa: e tanto mais será assim, quanto mais, na intimidade de si mesmo, viver em comunhão com Deus".

Beato Santo Padre João XXIII
Diário de uma alma

domingo, 4 de janeiro de 2009

Epifania do Senhor




"Quando entraram em casa, viram o Menino com Maria, Sua Mãe. Ajoelharam-se diante Dele, e O adoraram. Depois abriram seus cofres e lhes ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra". Mt 2, 11


Eis que chegou a Luz das luzes anunciando o amor a todos os povos, a todas as almas de todos os tempos! Levantemo-nos, acendamos as luzes porque a Divina Luz já chegou! A Única Luz que dissipa todas as trevas interiores e exteriores, a Única Luz que pode resplandecer sobre todas as almas. Que nossos olhos A vejam, que nossos corações A sintam, que nossos caminhos A encontrem, que nossas vidas se plenifiquem Dela, A Luz Soberana, Absoluta e Infinita.


Eis que a Estrela do Oriente já parou e repousa sobre a Luz. E quem a olha é tomado de alegria e adoração, porque os olhos de suas almas contemplaram a Glória da Luz que Se manifestou no tempo, sem tempo para partir. Manifestação amorosa de Si Própria, a Luz é o Puro Amor que chega até nós, filhos adotivos pela Sua Redenção de Amor. Manifesta-Se a fim de que sejamos transformados na Sua Luz e divinizados no Seu Amor. Manifesta-Se a fim de que o Seu Ser Absoluto de Amor tome a todos os povos, a todas as nações, a todas as almas, a todos os corações.

Acima de tudo, manifesta-Se a fim de que O manifestemos a tudo e todos à nossa volta. Manifestar o Amor! Eis a principal causa da manifestação de Si Mesmo. O Próprio Amor Se manifesta ao mundo num presente atemporal, feito simultaneamente de passado, presente e futuro, para uma comunhão de todos os povos, uma comunhão de amor de todos os corações. Enxergá-Lo, o Amor em Sua Plena Manifestação, é tarefa de amor em todas as almas. Quem O enxerga com os olhos da alma se propõe de imediato a manifestá-Lo. E quem O manifesta já pressentiu a Luz de Sua Glória em seu próprio interior e no das outras almas.

Somente nos abrindo a um caminho de busca, conhecimento e intimidade com o Senhor que é Luz, Caminho, Verdade, Vida e Amor, poderemos manifestá-Lo a todos os irmãos, a todo o mundo que nos rodeia. Poderemos, então, ser transmutados de pó em reflexo da Luz, reflexo do Caminho, reflexo da Verdade, reflexo da Vida e do Amor, sendo resposta amorosa e mansa à Sagrada Vontade, sendo manifestação da Manifestação, sendo uma fiel e permanente epifania da Epifania a tudo e todos. Que nossos corações e almas se disponham sempre a ser essa epifania do Amor no mundo! Seja esse o nosso presente, a nossa mirra, o nosso ouro, o nosso incenso, a nossa generosa oferta ao Menino Jesus, Luz do mundo, Amor Eterno e Insondável!

Recebe, Senhor Amado, esta pequenina oferta de nós mesmos, este pequenino ato de amor de Teus filhinhos, este ínfimo presente de nós mesmos em resposta ao Teu Infinito Amor por nós: ser uma epifania do Teu Amor!

Amado seja o Amor!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Um só Espírito



“A mensagem de esperança que o contemplativo lhe oferece é que, entenda você ou não, Deus o ama, está presente em você, habita em você, o chama, salva-o e lhe oferece um entendimento e uma luz que você jamais encontrou em livros nem ouviu em palestras ou sermões. O contemplativo nada tem a lhe dizer que não seja reafirmar e dizer que, se ousar penetrar no seu próprio silêncio interior e arriscar dividir a solidão encontrada com outros solitários que buscam a Deus por seu intermédio, realmente recuperará a luz e a capacidade de entender o que está além das palavras e além das explicações, porque está próxima demais para ser explicada: é a união íntima, na profundeza de seu próprio coração, do espírito de Deus e do seu próprio eu particular, de forma que você e Ele são, em verdade, um só Espírito.”

Thomas Merton, Carta a Dom Francis Decroix, de 21 de agosto de 1967, publicada em The Hidden Ground of Love.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Benditos os amigos!



Benditos os que possuem amigos!
Os que os têm sem pedir
Porque amigo não se pede
Não se compra nem se vende
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos!
Os que falam até com o olhar
Porque amigo não se cala
Não questiona, se rende ou foge
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos!
Os que entregam o ombro pra chorar
Porque amigo sofre e chora
Amigo não tem hora
Pra consolar e gostar!

Benditos os que doam o seu “ser amigo”
Porque amizade verdadeira, real

É a disponibilidade incondicional
Do nosso tempo, do nosso amor
E de nós mesmos ao outro pra amar!

Benditos sejam os amigos!
Os que acreditam na tua verdade
Ou te apontam a realidade
Porque amigo é a direção
É a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos !
Amigos com raízes, verdadeiros
Porque amigos são herdeiros
Da real capacidade de amar
Ter amigos é Deus a nos abençoar
É Deus a nos amar!

Marcel Gethin

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Mãe Santíssima!



Festa de Maria Santíssima
Celebrada em 01 de janeiro

Ave, gratia plena, Dominus tecum!

Oração à Mãe de Deus

Oh, Mãe Santíssima de Jesus, vimos a Vós como à Fonte que jorra a Água Viva que refrigera, como ao Vaso que contém a Chama que aquece, como à Aurora que dissipa as trevas, como à Mãe sempre atenta às necessidades de Vossos filhos.

Oh, Mãe Admirável, há momentos em que o caminho de nossa vida não é fácil.
Não é fácil amar ao próximo, nosso irmão, como Jesus deseja que o amemos.
Não é fácil conservar uma alma serena em meio às vicissitudes da vida.
Não é fácil amar as criaturas e voltar-se sempre para Deus.
Não é fácil fazer-se pequeno e humilde quando o orgulho reclama.
Não é fácil caminhar para o Deus da Luz, enquanto escolhemos caminhos que nos afastam Dele.

Pedimo-Vos, oh, Mãe Admirável, fazei tudo mais fácil, sem entretanto tirar-nos os sacrifícios de nossos caminhos, como Deus tampouco os tirou do Vosso. Pedimo-Vos apenas que faciliteis o nosso esforço, fazendo com que cresça o Amor em nós. Esse Amor que, sempre vencedor em Vós, fez com que dissésseis no umbral do Vosso caminho: «Fiat mihi secundum Verbum tuum» - Faça-se em mim segundo a Tua Palavra. Esta palavra de plena adesão ao Amor que Vos guiava jamais a retirastes. Jamais Vos rebelastes e tudo oferecestes com alma mansa e humilde, toda entregue a Deus.

Oh, Maria! Que Vosso exemplo seja nossa força. Fazei que tudo em nossa vida seja sempre por um amor generoso.

Oh, Mãe Dulcíssima! Dai-nos um coração repleto de fortaleza e amor. E se virdes que o nosso amor se esvazia ou enfraquece, nós Vos suplicamos, Mãe, dai a nós, Vossos filhos, um pouco do Vosso, e repetireis a lição do Verdadeiro Amor.

Mater Christi ora pro nobis!

Fonte: Tradução livre de páginas da web.

Desejo a todos vocês, meus queridos irmãos em Jesus Amado e Maria Santíssima, na impossibilidade, por falta de tempo, de ir até cada um em seus espaços, um Ano Novo pleno do Amor de Deus Amor, da Ternura da Mãe Amada e da Sua humilde adesão à Vontade do Amor no caminho! Que a Trindade Absoluta de Amor e Maria Mater Dei os abençoe e guarde muito, a vocês, suas famílias e seus caminhos! Com muito carinho e orações!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Menino meu!



“Formoso Menino meu, Jesus meu, Amor meu, como eu Te amo… Mas quero amar-Te mais ainda; faz, meu Menino, que Te ame até onde não possa amar-Te mais uma criatura, que Te ame até morrer...

Vem a mim, Menino meu; vem aos meus braços, vem ao meu peito, reclina-Te sobre meu coração, embriaga-me com Teu amor. Mas se tanta dita não mereço, deixa-me ao menos que Te adore, que me recline em adoração em frente ao capim amassado pelas Tuas Pegadas quando andas pelo caminho a pastorear as Tuas ovelhas.

Pastorzinho de minha alma, Pastorzinho meu, olha como Te busca ansiosa esta ovelhinha Tua, como anseia por Ti. Quisera morar Contigo para sempre e seguir-Te aonde quer que fosses para ser em todo momento iluminada com a Luz de Teus belíssimos Olhos, acariciada com a Formosura sem par de Teu Rosto, regalada com o Mel dulcíssimo que destila de Teus Lábios. Quisera ser apascentada por Tua Própria Mão e que nunca mais tirasses Tua Mão da minha. Mais ainda, Jesus meu, quisera pousar meus lábios sobre a brancura nívea de Teus Pés.

Sim, Amor meu, não queiras impedir-me tanto bem; deixa que me esvazie e te abrace os Teus Pés e os regue com as lágrimas de amor saídas de meu peito amante, abrazadas no Sagrado Fogo do Teu Amor; deixa-me beijar-Te e depois que morra em Ti para viver, morra por Teu amor, por Ti, Menino meu, que és o Sumo Bem, minha Dita, minha Formosura, a Doçura de minha alma, a Alegria de meu peito, a Paz de meu coração, o Encanto de minha vida. Ah, estar enferma de amor por Ti, Luz minha, que dita para minha alma, que consolo, que felicidade!

Todo Teu é meu ser, pois do nada o criaste e o deste a mim, e outra vez veio a ser Teu quando me redimiste. E quantas outras vezes tem sido Teu. Quantos são os instantes que tenho vivido esta vida que tenho e foste Tu que me deste, e que és Tu Mesmo que a cada instante a outorga, a conserva e a guarda!

Por isso, Jesus meu, para Ti quero voltar-me. Tu serás meu único Dono, o grande Amado de minha alma, porque só Tu és meu Pai, meu Irmão e meu Amigo; só Tu és meu Rei, Criador e Redentor; só Tu o meu Deus e Soberano Senhor!

Doce Menino de minha alma, diz uma vez mais que me amas e dá-me como presente de amor, de amor eterno, a Tua Santa Bênção. Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Amém!”

Fonte: Texto recebido por email

A todos, desejo que o Menino Deus nasça de seus corações a cada instante de todos os dias de suas vidas, nasça de vocês para vocês mesmos e para todo o próximo em suas vidas! Um Santo e abençoado Natal para todos!

domingo, 21 de dezembro de 2008

Oh, Maravilhoso Intercâmbio!



Ele, Criança de peito,
para que tu possas ser
uma pessoa perfeita;
Ele, envolto em palhas,
para que tu te tornes
livre do laço da morte;
Ele, no presépio,
para que tu possas
estar perto do Altar;
Ele, na terra,
para que tu possas
viver nas estrelas.

Ele, um Escravo,
para que nós sejamos
filhos de Deus.
Que incrível valor
deve ter nossa vida
para que Deus venha
vivê-la de tal maneira!
Mas que incrível Amor
para querer fazê-lo!

Hoje, perto da gruta de Belém,
não é dia de dizer:
“Deus meu, eu Te quero”.
É o dia de assombrar-se dizendo:
“Deus meu, como me queres Tu”!

Santo Ambrósio